FGV OFERECE FORMAÇÃO PARA MULHERES EMPREENDEDORAS
Parceria firmada entre a FGV-EAESP, IE Business School e a Goldman Sachs promove gestão da educação entre as mulheres brasileiras
Em uma escolha acirrada entre 840 candidatas, apenas 85 selecionadas terão a possibilidade de uma bolsa de estudos integral para um curso de curta duração a ser realizado na FGV, resultado de uma parceria inédita entre a Goldman Sachs, o IE Business School e a Fundacao Getulio Vargas. O projeto que já aconteceu em 15 países como EUA, India, China, Ruanda, entre outros, agora chega ao Brasil.
Com o intuito de promover a educação para mulheres empresárias no Brasil, através do Projeto 10.000 Mulheres, empreendedoras de todo o País terão a possibilidade de trocar experiências e absorver conhecimento formal.
Serão duas turmas dividas em mulheres sênior e jovens profissionais. Alavancar, expandir, gerar empregos e dotá-las com habilidades gerenciais e competências necessárias para negociar dentro da realidade de seus mercados, é o objetivo maior do programa.
Os encontros acontecerão semanalmente, na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, e terão toda a mentoria da própria FGV, escolhida pela excelência e tradição em formar respeitados profissionais. O curso tem duração de 170 horas e aborda temas que incluem finanças, marketing e desenvolvimento de carreira.
Para Tales Andreassi, professor da FGV-EAESP e coordenador da primeira edição do projeto, "será uma grande oportunidade para as empreendedoras brasileiras escolhidas, pois a idéia é prepará-las para desafios maiores do que os já vividos por elas, capacitando-as às mudanças que certamente virão".
O projeto
Desde que as inscrições foram abertas, 750 840 profissionais fizeram a inscrição respeitando alguns critérios, como por exemplo, a elaboração de uma carta sobre sua vida acadêmica e profissional.
Em diversas etapas de eliminação, uma banca julgadora chegou aos 100 85 nomes escolhidos que só serão divulgados no final do mês de maio.
O projeto 10.000 mulheres acontece pela primeira vez no Brasil.
Parceria
O IE que contribui para o Projeto da Goldman Sachs anunciou em setembro do ano passado, em Londres, que o programa promove o espírito empresarial e competências de gestão entre as mulheres, com a colaboração da Fundação Getulio Vargas - São Paulo (www.fgv.br) e o parceiro do IE Business School na Sumaq Alliance (www.sumaq.org).
Domingo
FGV OFERECE FORMAÇÃO PARA MULHERES EMPREENDEDORAS
Postado por Dan às 11:23 0 comentários
Marcadores: FGV
O NOVO ALUNO NA ANTIGA ESCOLA
O NOVO ALUNO NA ANTIGA ESCOLA
Wanda Camargo*
Atribui-se a Pitágoras, matemático, astrônomo, filósofo e possível contemporâneo de Buda e Confúcio, a fundação da primeira universidade do mundo, a Escola Pitagórica. Estamos há milênios envolvidos com o processo de educar e temos uma crença instintiva de que o conhecimento é muito mais dificilmente atingido em caminhadas solitárias, pois a educação se faz em grupo e com orientador.
Em épocas mais remotas, o mestre acompanhava seus alunos por muitos e muitos anos. Ofícios e artes eram aprendidos por um longo tempo, com o aprendiz muitas vezes vivendo na casa daquele que o ensinava, ou pelo menos sob sua tutela. A educação era, portanto, um processo global, em que a profissão e o caráter eram moldados no mesmo cadinho.
A época escolar, em suas várias fases, corresponde normalmente - e não por coincidência - aos estágios de amadurecimento do cérebro do jovem, assim como aos períodos de maiores mudanças físicas e emocionais que influenciarão substancialmente sua vida adulta e a maturidade.
Hoje em dia, porém, é difícil os professores acompanharem essas transformações por mais de um ano, ao contrário dos pais, que assistem de posição privilegiada esses acontecimentos durante toda uma vida e, portanto, têm - ou deveriam ter - uma visão mais completa da formação da pessoa. Apesar disso, os docentes têm a oportunidade de conviver com esses seres em formação num ambiente mais independente do ponto de vista intelectual, de menos submissão forçada e com a facilidade da autoridade advinda da admiração e do respeito cultural. Exceto em um ou outro caso - tanto por parte do aluno quanto do professor - esta tem sido a norma no ambiente educacional.
Por esse fato, tem sido o professor que, em períodos mais curtos de convivência, vem assistindo aos grandes momentos de conquista e sofrimento dos jovens, em parte pela timidez diante dos pais e, em outra, pela consideração intelectual ao professor.
Mas mesmo diante desse atual formato de educação, que distancia alunos e professores, há um grupo que resiste e mantém, em partes, a tradição holísitica da escola grega, que valoriza a tradição de se pensar o ensino-aprendizado como uma formação global, racional e emocional. Esse grupo é formado por um contingente de discentes egressos das pequenas comunidades, cuja procedência identifica, normalmente, um aluno mais afeito às relações sociais e afetivas, tanto com o núcleo familiar quanto com seus professores.
O estudante das cidades menores tende a reforçar, de certa forma, o percurso milenar da profissionalização, que consiste no caminho do esforço, da admiração e do desejo de se refazer o caminho do mestre, que sinaliza o trajeto.
Como consequência dessa retomada, é visível a imensa procura pelo ensino superior tanto nas cidades menores quanto nas regiões metropolitanas dos grandes centros, o que é comemorado de forma geral pelos educadores, pois possibilita ao jovem interferir decisivamente em sua cidade, na qual ainda conhece seus cidadãos pelo nome e afazer.
Diante dessa tendência, ao mesmo tempo nova e já conhecida por nós, cabe ao educador ser mais do que um professor, mas também um psicólogo, um filósofo e alguém que entenda das estrelas... Um astrônomo como Pitágoras?
* Wanda Camargo é presidente da Comissão Central do Processo Seletivo da UniBrasil (Faculdades Integradas do Brasil)
Postado por Dan às 22:22 0 comentários
Sexta-feira
A ESCOLA, PELA PRIMEIRA VEZ
A ESCOLA, PELA PRIMEIRA VEZ
Renata Podalka, coordenadora do Ensino Infantil do Colégio Santa Amália, dá dicas para os pais que deixam os filhos na escola pela primeira vez
Nesta semana e na próxima, muitas crianças pequenas irão iniciar uma nova fase de vida e enfrentar uma grande aventura: ir à escola. As escolas de educação infantil em geral tratam esse período com muita atenção porque sabem que é um momento delicado para toda família. Levar os filhos à escola pela primeira vez, quando ainda são bem pequenos, não é tarefa das mais fáceis. Nem para os pais, nem para os filhos.
Normalmente, os pais ficam aflitos e surgem preocupações como: Será que a educadora vai entender o que significa aquele choro? Será que a criança sentirá a falta da mãe ao lado? Como será o comportamento do pequeno com os novos amiguinhos? "O segredo é fazer com que a criança explore bem o ambiente da escola para que comece a se acostumar com as novidades", explica Renata Podalka, coordenadora do Ensino Infantil do Colégio Santa Amália - Maple Bear.
Nesse período de adaptação, as crianças do Colégio Santa Amália - Maple Bear não ficam apenas na sala de aula: brincam na horta, no parque, na areia, ao ar livre. Música também é bastante utilizada para acalmar os pequenos. "A quantidade de horas que passam na escola na primeira semana aumenta gradativamente. Geralmente, são duas horas no primeiro dia e, no último, o período completo."
Crianças mais desenvoltas passam por esse período com mais facilidade. "As professoras começam a detectar as necessidades das crianças e as atendem. E os pequenos começam a se sentir mais seguros. Quem precisa de mais colo, tem mais colo, quem precisa descansar, descansa". Renata explica que, em um primeiro momento, as crianças pequenas costumam se apegar a um professor, depois passam a curtir essa nova fase e querem ficar mais tempo entre os novos amigos.
Para que as mães fiquem mais tranquilas e consigam passar esse sentimento aos filhos, Renata dá algumas dicas: faça ao menos uma reunião inicial de apresentação e pergunte aos coordenadores e diretores tudo o que quer saber sobre a instituição, instalações, professores, etc. "Não fique com dúvidas". Renata explica que, ao ver a mãe insegura, a criança, que muitas vezes não está preocupada, fica insegura também.
Além disso, no período de adaptação, que dura cerca de uma semana, procure seguir rigorosamente as instruções da escola. No Colégio Santa Amália - Maple Bear, os pais costumam permanecer alguns dias na escola, em um espaço reservado. "Se for preciso, mostramos à criança que os pais estão lá na escola também. Eles ajudam o filho a se envolver em alguma atividade e, assim, a criança se distrai", explica Renata, que usa esse artifício apenas no início das aulas. Uma boa dica para os pais é levar um livro para se distrair. E lembra: as crianças choram nesses dias porque enfrentam um mundo desconhecido. Mas, aos poucos, entram na nova rotina e se despedem dos pais na porta da sala com tranqüilidade.
Para Renata, a frase a ser cortada do vocabulário das mães é: "Não chora que a mamãe vai voltar" Assim que a criança ouve "chora" ela o faz e até acalmá-la novamente, pode levar um tempo. Ao final deste período, o que se vê são as mães chorando porque os filhos se despedem, entram na sala e dizem: "Pode ir mamãe, tchau!"
O Colégio Santa Amália - Maple Bear, no Tatuapé, é uma das seis unidades provedoras da Liga Solidária, organização social sem fins lucrativos criada há 85 anos originalmente sob o nome de Liga das Senhoras Católicas. A Liga Solidária atende hoje 3.200 crianças, jovens e adultos em situação de risco social. O Colégio Santa Amália também conta com uma unidade na Saúde, com 85 anos de tradição.
Postado por Dan às 15:12 0 comentários
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